Flores Gerbera - Amor nobre
Originária da África do Sul, a Gerbera tem o auge da sua floração no prenúncio da primavera. Seu nome homenageia o naturalista alemão Traug Gerber que a descobriu.
Conhecida por muitas pessoas como Margarida do Transval, a Gerbera, no Brasil, é muito apreciada como flores de corte. São flores muito utilizadas em paisagismo e arranjos de flores, além de estar entre as flores mais procuradas por pessoas que gostam de ter vasos simples, sem maiores arquiteturas de arranjos, Isso se deve ao fato de ter hastes bastante longas e estáveis, o que garante uma ornamentação com durabilidade aproximada de uma semana após o corte, isso sem contar as vantagens que essas flores têm com relação à sua grande variedade e cores, sempre belas, desde o suave branco até os tons mais vistosos e vibrantes, como ocorre com as Gerberas cor de laranja e vermelhas.
Sua forma lembra uma enorme margarida. São mais de 40 as variedades que se pode encontrar no mercado. Cerca de 20 tonalidades entre o branco e o vermelho intenso, passando por tons amarelos e alaranjados.
O seu principal modo de propagação é o modo vegetativo, o que facilita um aumento de doenças, mas a técnica de cultura de tecidos vem possibilitando a criação de um elevado número de flores sadias e livres de doenças.
As flores Gerbera significam a inocência da criança. Representam também a sensibilidade, a sensualidade, o charme e a essência, o amor e a nobreza, a virtude a dedicação e a quietude, a alegria e a simplicidade, e a pureza. São flores perfeitas para arranjos em eventos jovens e dinâmicos.
Falar nem sempre é fácil, pois muitas vezes não encontramos palavras que expressem nossa opinião ou nossos sentimentos. Expressar o amor que sentimos por alguém que nos conhece pode ser muito difícil. Essas flores podem dizer muito de você...
Flores Gerbera : curiosidades
Fungos e ácaros que se armazenam em tapetes, carpetes, pintura de paredes nos ambientes internos, e que podem provocar câncer e outras doenças, podem ter seus efeitos anulados na presença de flores domésticas como a azaléia, tulipa, gerbera e outras, é o que diz o cientista da Nasa Bill Wolverton, que vem fazendo experiências nesse sentido.
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